
A sinalização E1 refere-se a um código utilizado no contexto da telefonia ISDN (Integrated Services Digital Network). Especificamente, o código E1 indica que uma chamada foi estabelecida com sucesso, significando que a conexão está ativa e pronta para a transmissão de dados ou voz. Este código é parte do protocolo Q.931, responsável pelo gerenciamento de chamadas no ISDN.
E1 é uma tecnologia de telecomunicações usada em sistemas telefônicos tradicionais, como PBX. Já SIP (Session Initiation Protocol) é um protocolo usado em chamadas VoIP, permitindo mais recursos, como videochamadas e mensagens. Enfim, E1 é mais simples e usado em sistemas fixos, enquanto SIP é mais flexível e moderno.
A placa E1 é uma tecnologia de telecomunicações usada para transmitir dados digitalmente, com uma taxa de 2,048 Mbps. Ela é dividida em 32 canais, cada um com 64 kbps, permitindo a transmissão simultânea de múltiplas chamadas ou dados. Essas placas são essenciais em sistemas de telefonia para conectar e rotear chamadas entre diferentes partes da rede, embora estejam sendo substituídas por tecnologias mais modernas.
A placa E1 é usada para transmitir dados em sistemas de comunicação, como em empresas ou provedores de internet. Ela opera na velocidade de 2,048 Mbps, usando cabos de par trançado. Também tem entrada para fibra óptica e é compatível com vários protocolos, como ISDN, VoIP e TDM.
Cada link E1 transporta 30 canais de voz simultâneos. Quanto mais portas E1 a placa tiver, mais chamadas ao mesmo tempo: 2 portas somam 60, 4 portas chegam a 120 e 8 portas a 240 canais.
No modo PRI, o E1 se divide em 30 canais B (canais 1–15 e 17–31) mais 1 canal D de sinalização (canal 16); em modo T1 são 23 canais de voz por porta. Importante: canal não é a mesma coisa que ramal — cada canal equivale a uma chamada simultânea no tronco com a operadora, enquanto os ramais internos são criados por software no PABX IP.
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Um link E1 é um tronco digital de telefonia que concentra 30 chamadas simultâneas em um único cabeamento, ligando o PABX da empresa à central pública da operadora. Na prática, ele substitui dezenas de linhas analógicas por uma só conexão de alta capacidade.
Por isso o E1 é indicado para quem tem alto volume de ligações — call centers, operações de URA/IVR, telemarketing, PABX corporativo e gateways VoIP. Em vez de instalar 30 linhas analógicas separadas, a empresa usa uma placa E1 (Digium, Khomp ou Sangoma) no servidor Asterisk para receber e originar todas as chamadas pelo mesmo entroncamento. O E1 ainda suporta as sinalizações usadas pelas operadoras brasileiras, como RDSI/ISDN PRI e R2 MFC. Para integrar o tronco a ramais SIP e à internet, muitas empresas combinam a placa com um gateway VoIP.
A placa E1 é uma interface interna que se instala em um slot PCI ou PCI Express do próprio servidor de telefonia, integrando o link E1 diretamente ao Asterisk. Já o gateway E1 é um equipamento externo e independente que converte o E1 em SIP e se liga ao PABX pela rede de dados.
Na placa E1 (Digium, Khomp, Sangoma), o processamento de voz, a sinalização e o cancelamento de eco acontecem no hardware encaixado no servidor, com drivers como DAHDI/Zaptel ou wanpipe — ideal para quem roda Asterisk ou FreeSWITCH em um servidor dedicado e quer máxima integração. Já o gateway VoIP dispensa slot livre e opera de forma autônoma, convertendo o tronco em chamadas SIP que qualquer PABX IP da rede consegue usar — útil quando o PABX é virtual ou está em nuvem. A escolha depende da sua infraestrutura e do volume de chamadas.
Sim. As placas E1 são compatíveis com Asterisk e com as principais distribuições baseadas nele, além de FreeSWITCH. A integração é feita por drivers de código aberto como DAHDI, libpri e Zaptel.
Os modelos Digium, Khomp e Sangoma funcionam com Asterisk, FreeSWITCH, Elastix, trixbox, Yate, CallWeaver e PBX in a Flash, cobrindo cenários de PABX, URA/IVR, switch e gateway VoIP, open source ou proprietários. Como Issabel e FreePBX são distribuições construídas sobre o Asterisk, elas usam os mesmos drivers DAHDI e reconhecem as placas da mesma forma. Quanto ao sistema operacional, o suporte abrange Linux (todas as distribuições) e modelos como a Sangoma A104 rodam também em Windows, FreeBSD, OpenBSD e NetBSD. Para escolher a placa certa e configurar o tronco no seu PABX IP, conte com o suporte técnico gratuito para clientes LojaMundi.